Edições anteriores

  • Número 48 - Ano XXIII

    Neste ano de 2021, no qual comemoramos os 21 anos da criação da Revista de Ciências da Educação, passamos a adotar o sistema de publicação contínua. O volume 48 da revista se inicia com um conjunto de 04 artigos e permanecerá aberto, recebendo novas publicações de acordo com nossa capacidade de processamento e editoração. O volume será completado apenas ao final do ano, quando for publicado o último lote de artigos. Esperamos, assim, não apenas atender ao anseio de nossos autores de ver reduzido o tempo de espera de publicação de seus artigos, mas também alimentar de forma contínua a inteligência e a reflexão de nossos leitores.

  • Educação infantil: a ideologia por trás da história
    n. Número 48

    Neste ano de 2021, no qual comemoramos os 21 anos da criação da Revista de Ciências da Educação, passamos a adotar o sistema de publicação contínua. O volume 48 da revista se inicia com um conjunto de 04 artigos e permanecerá aberto, recebendo novas publicações de acordo com nossa capacidade de processamento e editoração. O volume será completado apenas ao final do ano, quando for publicado o último lote de artigos. Esperamos, assim, não apenas atender ao anseio de nossos autores de ver reduzido o tempo de espera de publicação de seus artigos, mas também alimentar de forma contínua a inteligência e a reflexão de nossos leitores.

     

    Resumo da edição 48:

    Procuramos fazer uma reconstrução histórica sobre o conceito de in- fância com base em duas perspectivas: a de Philippe Ariès (1981), de que o sentimento da infância teria surgido apenas na Modernidade; e dos apontamentos teóricos de Moysés Kuhlmann Jr. (1998) e Ricardo Costa (2007), que, diferentemente de Ariès, acreditam que o sentimen- to da infância sempre existiu. Num segundo momento, ao tratar da educação infantil institucionalizada buscaremos destacar que, apesar das instituições de Educação Infantil terem em sua origem marcas as- sistenciais, sempre tiveram também claros seus objetivos educacionais. Por fim ao tratar da questão da expansão da Educação Infantil devido à sociedade industrial fazemos um paralelo entre creche e jardim de infância, evidenciando a influência da ideologia dominante presente na concepção de criança e educação infantil enraizada nestas.

    Bibliografia do Autor:

    Karen Roberta Moriggi

    Mestre em Educação pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Unidade Americana. E-mail: karomo@ig.com.br

  • A medida socioeducativa de liberdade assistida como alternativa de educação não formal
    n. Número 47

    Resumo:

    Este texto apresenta algumas compreensões do papel da educação não formal no contexto de um Programa de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto, do interior do estado de São Paulo. Foram utilizados como procedimentos de coleta de dados, a observação participante, conversas informais e entrevistas. Participaram como sujeitos dez jo- vens em cumprimento de Medida de Liberdade Assistida e que fre- quentavam as atividades do Programa. Os resultados da análise dos dados apresentam práticas sociais ali vivenciadas, incluindo-se as re- lações conflituosas, as quais se traduzem em processos educativos na formação dos jovens e contribuem para a construção da identidade, do autoconceito e da autoestima. O estudo evidencia que, pelas práticas sociais não formais de educação, os jovens aprendem convivendo, o que lhes possibilita criações e recriações, significações e ressignifica- ções em diferentes tipos de relações, inclusive as escolares, e vão se constituindo como seres históricos que (re)constroem suas identida- des, subjetividades, valores e percepções de seu papel no mundo.

    Bibliografia do Autor: 

    Aline Fávaro Dias

    Mestre em Educação pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCar. Professora do curso de Pós-Graduação em Psicopedagogia – UNISAL. E-mail: alinefavaro@gmail.com

    Elenice Maria Cammarosano Onofre

    Doutora em Educação pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP/Araraquara). Docente do Programa de Pós-Graduação em Educação e do curso de Pedagogia da Universida- de Federal de São Carlos – UFSCar. E-mail: linocam@uol.com.br

  • Meio ambiente e cidade: relato de experiência da Conferência Vamos Cuidar de Laranjal
    n. Número 46

    Resumo:

    Este texto é um relato da experiência da gestão da comunicação em uma atividade de extensão da Universidade Federal de São Carlos, campus Sorocaba, realizada no município de Laranjal Paulista (SP) – a Conferência Municipal Infanto-Juvenil Vamos Cuidar de Laranjal. Embasada na metodologia de Conferências Infanto-Juvenis da Coor- denação Geral de Educação Ambiental (MEC e MMA), a Conferência Vamos Cuidar de Laranjal está sendo implementada incorporando as características próprias da cidade, seja nas questões de potencialidades e fragilidades ambientais, seja nas questões culturais. Com o apoio do poder público e a partir da capilaridade do sistema de ensino, o projeto baseia-se na construção e implementação de uma Carta de Respon- sabilidades elaborada pelos jovens participantes a partir de pesquisas, debates e encaminhamentos nas escolas e na comunidade.

    Bibliografia do Autor:

    Profa. Dra. Teresa Mary Pires de Castro Melo

    Doutora em Ciências da Comunicação. Docente da Universidade Federal de São Carlos – campus Sorocaba. E-mail: teresamelo@ufscar.br

  • RPG (Roleplaying Game) e seu potencial pedagógico
    n. Número 45

    Resumo:

    Ouve-se muitas críticas no que diz respeito ao RPG – Roleplaying game. Muitas pessoas que já ouviram falar taxam como um jogo de violência, que pode causar perturbações na criança. Mas será que as pessoas realmente conhecem tal ferramenta na área do ensino-apren- dizagem? Fala-se muito em educação para libertação, na qual o aluno torna-se um ser crítico, um ser pensante, que pode vir a contribuir para a sociedade onde está inserido, mas será que nossos educadores estão realmente formando seres com este pensamento? O sujeito pre- cisa participar vivenciando o que está sendo exposto em sala de aula. Além de explorar a interpretação de papéis, o RPG é uma perfeita ferramenta para trabalhar a socialização e a interatividade dos alunos em sala de aula. Temos como base muitos teóricos que tiveram suas in- dispensáveis participações e inspirações no meio educacional fazendo com que o educador pudesse vir a enxergar o aluno como indivíduo ativo, participativo. O potencial do RPG está em unir à teoria a prática, aplicar atividades com base no conteúdo para fortificar o aprendizado da criança, envolvendo o aluno e motivando o professor, criando esta interatividade entre ambos, fazendo da aula algo colorido, nem preto, nem branco. Esta dinâmica acaba por gerar uma educação não formal.

    Bibliografia do Autor:

    Francisca Pinheiro da Silveira Costa

    Coordenadora de Pesquisa do Centro Universitário Adventista de São Paulo. E-mail: francisca.costa@unasp.edu.br

    Jaquelane Evangelista De Lima

    Pedagoga – Núcleo de Educação Infantil Solarium. E-mail: jjaque_ evangelista@hotmail.com

    Rafaela Panato De Almeida

    Graduada em Pedagogia pelo Centro Universitário Adventista de São Paulo. E-mail: rafapanato21@hotmail.com

  • Contos de fadas e desenvol- vimento infantil: um olhar sobre crianças institucionalizadas
    n. Número 44

    Resumo:

    Este texto apresenta um estudo acerca dos benefícios dos contos de fadas na constituição psíquica de crianças institucionalizadas. Víti- ma de maus tratos, crueldade, exploração e privação da convivência familiar, a criança institucionalizada atravessa grandes dificuldades durante o processo de desenvolvimento. O estudo que deu origem a este texto se refere a uma pesquisa teórica e prática (contação de história), com o objetivo de refletir sobre a influência dos contos na constituição afetivo-emocional da criança institucionalizada. A ela- boração teórica se deu por meio de publicações de caráter científico a respeito dos contos de fadas, utilizando uma análise interpretativa das diferentes perspectivas presentes em diversos autores, com ênfa- se no trabalho de Bruno Bettelheim. O estudo apresentou resultados significativos, principalmente no que se refere à capacidade da crian- ça de se identificar com os personagens, o que se processa por meio do jogo simbólico.

    Bibliografia do Autor:

    Ademir Burgo da Silva

    Graduando em Psicologia pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Unidade Americana). E-mail: ademburgo@yahoo.com.br

     

  • Explorando cenários socioedu- cativos: ações educativas em espaços de assistência social
    n. Número 43

    Resumo:

    Este artigo busca identificar ações educativas com crianças e adoles- cente em espaços (serviços) supostos e previstos pela política pública de assistência social na cidade de São Paulo. Levanta questões referen- tes às relações intersetoriais das políticas de assistência social e de edu- cação, fazendo uma breve discussão sobre a noção de direitos sociais, recortando especificamente a situação de crianças e adolescentes que frequentam escolas públicas e espaços socioeducativos conveniados com a Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social deste muni- cípio em horário contrário ao escolar.

    Bibliografia do Autor:

    Nayara Magri Romero

    Bacharel e Licenciada em Ciências Sociais pela USP. Especialista em Educação Social pelo UNISAL. Mestranda em Sociologia da Edu- cação pela FEUSP. E-mail: nayara.romero@usp.br

  • Planejamento estratégico e planejamento educacional: perspectivas conceituais
    n. Número 42

    Resumo:

    Este artigo tem por finalidade refletir sobre perspectivas conceituais acerca do termo planejamento, bem como de sua origem e evolução, de modo a ressaltar sua importância como ferramenta estratégica para as organizações, sejam empresas ou instituições, públicas ou privadas. Em todas as organizações se constata a necessidade de organizar o trabalho, a fim de alcançar os objetivos propostos por cada uma. Para tanto, foram analisados diversos autores e educadores cujos pressu- postos teóricos e epistemológicos apresentaram os elementos impres- cindíveis à implantação e desenvolvimento de um processo efetivo de planejamento. Além do campo conceitual, deu-se ênfase aos princí- pios subjacentes e às etapas de um planejamento eficaz, bem como sua contribuição para uma boa gestão das empresas e\ou instituições. O trabalho fez referência, ainda, ao diagnóstico estratégico, à definição de diretrizes organizacionais (missão, visão e objetivos) e às etapas do planejamento, respeitando-se as peculiaridades de cada organização. Trata-se de um estudo teórico que dará uma importante contribuição aos avanços na área de gestão.

    Bibliografia do Autor:

    Renato de Oliveira Brito

    Pesquisador Visitante do Centre For Social Science Research da Universidade de Cape Town – África do Sul (2005) e Mestrando em Educação pela Universidade Católica de Brasília. Atualmente é Mem- bro/Pesquisador da CIES – Comparative International Education So- ciety (University of Chicago) e Consultor/Avaliador de projetos do Ministério da Educação – MEC. E-mail: renatoorios@gmail.com

    Magali de Fátima Evangelista Machado

    Professora da Secretaria de Educação do Distrito Federal. Mestre e Doutoranda em Educação pela Universidade Católica de Brasília. E-mail: magaliemachado@gmail.com

    Olzeni Leite Costa Ribeiro

    Especialista em Gestão de Instituições Educacionais (MBA) e Mes- tre em Educação pela Universidade Católica de Brasília, desenvolvendo pesquisa na área de Criatividade e Superdotação. Consultora na área de Gestão e Formação de Professores. E-mail: olzribeiro@gmail.com

  • Caderno aluno/professor, gêne- ros textuais e mídia: apontamentos no ensino público paulista
    n. Número 41

    Resumo:

    Este artigo tem como objetivo discutir a presença da mídia no proces- so de ensino-aprendizagem de Língua Portuguesa, buscando para isto uma análise das apostilas (do aluno e do professor) em circulação na rede estadual de ensino, em São Paulo. E, abordar como a influência do discurso midiático ocorre no processo de construção dos gêneros tex- tuais, utilizando para isto alguns conceitos de Mikhail Bakhtin e uma contextualização histórica sobre o processo de inserção da tecnologia na educação.

    Bibliografia do Autor:

    Adilson Aparecido Costa

    Mestrando em Educação – UNESP/Rio Claro. E-mail: adilson@ professor.sp.gov.br

    Nanci Aparecida Costa

    Mestranda em Educação – UNESP/Rio Claro

    Marcia Reami Pechula

    Profa. Dra. UNESP/Rio Claro

  • Origem da educação no MST: da ocupação ao assentamento – as dimensões do aprendizado fora das lides da escola
    n. Número 40

    Resumo:

    Este trabalho trata de demonstrar que as experiências de luta pela re- forma agrária serviram de base para a origem da educação escolar do MST (Movimento Sem-Terra), bem como para a elaboração da sua pri- meira proposta pedagógica para o ensino de 1a a 4a séries (atual ensino fundamental), aplicadas inicialmente, nas escolas de acampamentos e assentamentos, entre o início de 1980 e 1990. Neste aspecto, o texto reflete sobre as características pedagógicas do aprendizado adquirido pelos sem-terra fora dos limites da escola, durante o processo de or- ganização pela conquista da terra, o qual influenciou diretamente as propostas educacionais e as diretrizes do ensino executadas nas escolas do MST. As discussões apontam também que o modelo de educação e de escola, proposto pelo MST, não pode ser analisado separadamente o contexto social de luta pela terra, no qual os trabalhadores rurais estão inseridos. Assim, toda a trajetória histórica, da qual o sem-terra participa, deve ser entendida como um processo histórico que contri- bui significativamente para sua formação como sujeito social.

  • Revitalização do patrimônio cultural e experiência educativa através do cineclubismo
    n. Número 39

    Resumo:

    A partir da leitura do texto “A era do cinema”, de Arnold Hauser e das visitas ao antigo cinema de Francisco Morato, surgiu o tema que resul- tou nesta pesquisa que tem como problema central as relações atuais estabelecidas com o patrimônio cultural em decorrência das media- ções entre tecnologia e cultura e a importância de analisar a produção cinematográfica neste contexto. Devido à ausência de espaços públi- cos para a divulgação e preservação do patrimônio cultural produzido pelo cinema, optou-se por estudar a ação dos cineclubes para analisar em que medida exercem uma função social de valorização da cultura na relação com a tecnologia e sua eficiência aliada à construção de um processo educativo potencializador da percepção dos espectadores valorizando elementos históricos, sociais, da memória e de incentivo à prática cultural local e alternativa. Por meio de pesquisa bibliográfica e de campo a respeito das práticas cineclubistas em Itatiba e Jundiaí e das relações estabelecidas entre tecnologia, educação, cultura, e so- ciedade verificou-se a nítida atuação dos cineclubes enquanto prática social e ação fomentadora da experiência educativa, resgatando dife- rentes linguagens e possibilidades como instrumento de expressão e oportunidade de resistência e produção cultural.

    Bibliografia do Autor:

    Juliana Perez de Aragão Silva

    Graduação em Eventos na Faculdade de Tecnologia de Jundiaí (Centro Paula Souza). Integrante do Núcleo de Estudos de Tecnologia e Sociedade (NETS). Email: julianapas@gmail.com.

    Diego Fernandes Braz

    Graduação em Eventos na Faculdade de Tecnologia de Jundiaí (Centro Paula Souza). Integrante do Núcleo de Estudos de Tecnologia e Sociedade (NETS). Email: braz.diego@hotmail.com.

    Sueli Soares dos Santos Batista

    Professora orientadora da pesquisa. Graduação em História (USP) e Filosofia (Unicamp). Mestrado e Doutorado em Psicologia do De- senvolvimento (USP). Pós-doutoranda em História e Filosofia da Edu- cação (Unicamp). Integrante do Núcleo de Estudos de Tecnologia e Sociedade (NETS). Email: prof.sueli@fatecjd.edu.br.

  • Literatura e semiótica: um sintagma para a prática estética da Educação Sociocomunitária
    n. Número 37

    Resumo:

    Este trabalho, por meio de contribuições de pensadores como Freire (1978), Dussel (1993), Peirce (1983), Paz (1982), entre outros, pretende instaurar as bases para compreender-se a Literatura e a Semiótica como um sintagma por meio do qual se possa conhecer minimamente o fe- nômeno da Educação Sociocomunitária como prática estética, tendo a América Latina Caribenha como pano de fundo desse processo.

    Bibliografia do Autor:

    Edivaldo José Bortoleto

    Graduado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas; mestre em Filosofia da Educação pela Universidade Meto- dista de Piracicaba; doutor em Comunicação e Semiótica pela Ponti- fícia Universidade Católica de São Paulo; e doutor em Educação pela Universidade Metodista de Piracicaba. Professor da Universidade Me- todista de Piracicaba, da Faculdade Salesiana Dom Bosco Assunção em Piracicaba e do Centro de Espiritualidade dos Frades Capuchinhos de Piracicaba da Província de São Paulo. E-mail: ejbortol@unimep.br

    Yara Helena de Andrade

    Graduada em Letras pela Universidade Metodista de Piracicaba; especialista em Linguagem, Texto e ensino, Alfabetização e Inclusão e Língua Inglesa e Tradução pela Universidade Metodista de Piracicaba; mestra em Educação pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Unidade Americana. E-mail: yarahandrade@gmail.com

  • El Guidismo, movimiento social
    n. Número 35

    Resumo:

    El Guidismo estrena su segundo centenario de historia. Sus inicios se están conmemorando durante tres años seguidos, para recordar su rápida expansión por todos los continentes en sus primeros años de existencia. La celebración de un cumpleaños siempre merece felicita- ciones y queremos desearlas a sus diez millones de inscritas a través de las líneas que siguen. Tantos años de historia también merecen agra- decimientos y el recuerdo al trabajo, esfuerzo y dedicación de quiénes nos condujeron hasta aquí. Escribimos como forma de lucha contra el olvido. Revisar la vereda recorrida invita a la reflexión y al análisis. En esta ocasión se intenta señalar las connotaciones que configuran al Guidismo como movimiento social.

    Bibliografia do Autor:

    María Luisa García Rodríguez

    Profesora de la Universidad de Salamanca, España. Licenciada en Pedagogía y en Psicología. Maestra de Educación Infantil y Primaria. E-mail: malugaro@usal.es

    Valeria Vittoria Aurora Bosna

    Doctora en Pedagogía Intercultural por la Universidad de los Es- tudios de Messina, Italia. Licenciada en Ciencias de la Educación por la Universidad de los Estudios de Bari, Italia. E-mail: didha@libero.it

  • Construção e vivência de valores: aprendendo a ser e a conviver
    n. Número 38

    Resumo:

    Este trabalho de intervenção e pesquisa foi desenvolvido a partir de um projeto de extensão entre 2006-2009, em uma escola de Ensino Fundamental, da cidade de Bauru (SP) com os objetivos de favorecer a construção da cidadania e fortalecer nos adolescentes a autoestima, o autoconhecimento e o exercício dos direitos e deveres, de modo a fa- cilitar a inserção no coletivo, percebendo-se como agentes de transfor- mação social. Trata-se de adaptação do Projeto desenvolvido na Bahia pela Fundação ODEBRECHT focando os temas transversais: Ética, Educação Sexual, Pluralidade Cultural, Trabalho e Consumo, Saúde e Meio Ambiente. Tais temas – além de outros que cada escola necessita priorizar em função das vicissitudes que vivencia – devem permear transversalmente o currículo para criar, transformar e favorecer o de- senvolvimento deles, por meios da convivência cotidiana. A metodo- logia da pesquisa foi baseada na pesquisa-ação. Para a coleta de dados consideramos as atividades desenvolvidas nos grupos e o resultado do Defining Issues Test (DIT-1) aplicado antes e depois do projeto. O re- sultado indica que houve discreta mudança no desenvolvimento moral dos adolescentes e novas percepções sobre os problemas que se apre- sentam na realidade, propiciando a construção de valores presentes na proposta dos temas transversais, observou-se ainda maior participação dos alunos nas atividades coletivas da escola.

    Bibliografia do Autor:

    Bruna Rafaela Consulo Belizário

    Pegagoga - UNESP - Bauru. E-mail:brubelizario@yahoo.com.br.

    Vera Lúcia Messias Fialho Capellini

    Professora Doutora do Departamento de Educação e do Progra- ma de Pós-Graduação em Psicologia do desenvolvimento e da apren- dizagem - UNESP - Bauru. E-mail: verinha@fc.unesp.br;

    Rita Melissa Lepre

    Professora Doutora do Departamento de Educação - UNESP - Bauru. E-mail: melissa@fc.unesp.br

  • Propuesta pedagógica de las Exploradoras y las Guías italianas
    n. Número 36

    Resumo:

    El escultismo, movimiento juvenil iniciado en 1907 en Inglaterra por Robert Baden Powell, tiene como fin para sus miembros femeninos hacer descubrir a las chicas y a las mujeres jóvenes su lugar en el conjunto de seres de la creación, prepararlas para realizar su vocaci- ón manteniéndose fieles a la Ley y a la Promesa scouts, y dirigirlas hacia una presencia activa en la comunidad. El mensaje de Baden Powell ha recibido distintas interpretaciones al ser mirado desde di- ferentes perspectivas, a través de las diversas circunstancias que han tenido lugar a lo largo de su historia –que ya cuenta 100 años- y a lo ancho de todos los países por los que se extendió. Con la intención de rendir homenaje a quienes hicieron posible la celebración de este centenario, en el presente trabajo se profundiza en la pedagogía de las instituciones de escultismo femenino que se desarrollaron en Italia durante el siglo XX, y que se concretan fundamentalmente en dos, denominadas respectivamente Exploradoras y Guías.

    Bibliografia do Autor:

    Valeria Vittoria Aurora Bosna

    Doctora en Pedagogía Intercultural por la Universidad de los Es- tudios de Messina, Italia. Licenciada en Ciencias de la Educación por la Universidad de los Estudios de Bari, Italia. E-mail: didha@libero.it

    María Luisa García Rodríguez

    Profesora de la Universidad de Salamanca, España. Licenciada en Pedagogía y en Psicología. Maestra de Educación Infantil y Primaria. E-mail: malugaro@usal.es

  • A emergência da profissão do Educador Social: uma aproximação a partir dos processos de profissionalização
    n. Número 34

    Resumo:

    A formação inicial dos Educadores Sociais, em Portugal, tende a ins- crever-se numa lógica difusa, tanto ao nível do perfil formativo-profis- sional, como ao nível do seu referente competencial. O propósito desta comunicação visa apresentar uma aproximação a um modelo formativo, tendo como matriz disciplinar específica a Pedagogia Social. Partindo de um referencial de competências (Sáez, 2009), sugerimos uma ou- tra abordagem em relação à consolidação do exercício profissional dos Educadores Sociais. A crescente oferta formativa nesta área, ao nível do ensino superior, exige que se produzam referentes partilhados no do- mínio conceptual, metodológico e deontológico. Caso contrário, a lógi- ca de “desprofissionalização” tenderá a impor-se nos diversos sectores de intervenção onde trabalha o(a) Educador(a) Social. A formação dos profissionais de Educação Social deve centrar-se numa lógica profissio- nal. É a partir deste enfoque que temos vindo a investigar.

    Bibliografia do Autor:

    Fernando Augusto Coelho Canastra

    Doutor em Ciências da Educação, área disciplinar de Pedagogia So- cial. Professor Adjunto da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria (Portugal). E-mail: canastra@ipleiria.pt

  • Não encontrei
    n. Número 33

    Texto

  • A missão profética da Educação
    n. Número 32

    Resumo:

    Pe. Mário Peresson L. Tonelli (sdb), sacerdote salesiano, teólogo e educador colombiano, apresentou este tema no 15° Congresso Mundial de Educação, que ocorreu em Jaipur (Índia), de 18 a 21 de abril de 1998, sob o título: “Qual é a missão profética da educação no limiar do novo milênio?”

    O livro de Tonelli analisa os novos desafios e tarefas da educação católica para o século 21, sendo que o autor o dividiu em três capítulos, tratando no primeiro sobre o dom da profecia - carisma profético do educador cristão; no segundo, a crise de civilização – que os educadores profetas somos chamados a interpretar, olhando em profundidade, enxergando longe, e no terceiro, a ação educativa que se faz profecia – a missão profética da educação católica no limiar do século 21.

    Bibliografia do Autor:

    Ronaldo dos Santos Silva

    Aluno do Curso de Pedagogia – UNISAL - U.E São Paulo sob a orientação da Profa Dra Maria Ignês Carlos Magno

  • A produção e reprodução da Língua Legítima
    n. Número 31

    Resumo:

    Como as riquezas são uma posse material de algum bem, assim também o idioma é um patrimônio “possuído” e inalienável, sendo, portanto, no dizer de Augusto Comte, algo que não pode ser uniformemente acessível. Portanto, um “comunismo lingüístico” é uma utopia. Saussure também comunga da idéia de um tesouro lingüístico do indivíduo (“tesouro interior”) e de um tesouro possuído pela mesma comunidade (“soma de tesouros individuais da língua”).

    Bibliografia do Autor:

    Dílson Passos Júnior

    Professor do Centro UNISAL - Lorena Mestrando em Educação da Universidade de São Francisco Bragança Paulista-SP

  • Ensino do turismo no Brasil: uma discussão teórica acerca das implicações atuais da educação em nível superior*
    n. Número 30

    Resumo:

    A educação está passando por um período intenso de mudanças que se iniciou na década de 1990, a partir da “revolução” da informação, notadamente na informática. Desde então os estudiosos do assunto têm-se preocupado com o direcionamento e as novas competências da escola, no que diz respeito a como lidar com a avalanche de informações proporcionada pela mundialização.

    Nesse contexto cabem considerações acerca do ensino para o Turismo, disciplina recente que se propagou rapidamente pelo Brasil devido às grandes possibilidades de exploração do tema no país.

    Bibliografia do Autor:

    Carolina Dutra de Araújo

    Professora da Faculdade de Turismo do Centro UNISAL - Lorena Bacharel em Turismo pela Faculdade Santos Dumont/MG (FSD) Mestranda em Planejamento do Turismo pelo Centro Universitário Ibero Americano/SP (UNIBERO)

  • A história da escola pública no Brasil
    n. Número 29 Edição Especial

    RESUMO:

    A grosso modo, podemos identificar pelo menos três acepções distintas em que pode ser utilizada a expressão “escola pública”. Na primeira acepção a escola pública é identificada como aquela que ministra o ensino coletivo por meio do método simultâneo, por oposição ao ensino ministrado por preceptores privados. Essa noção de escola pública pode ser encontrada até o final do século XVIII. A segunda acepção corresponde à escola pública como escola de massa, destinada à educação de toda a população. É com esse significado que no século XIX se difundiu a noção de instrução pública vinculada à iniciativa de se organizar os sistemas nacionais de ensino, tendo como objetivo permitir o acesso de toda a população de cada país à escola elementar. Finalmente, temos o entendimento da escola pública como estatal. Nesse caso trata-se da escola organizada e mantida pelo Estado e abrangendo todos os graus e ramos de ensino. É este último significado que prevalece atualmente.

    Bibliografia do Autor:

    Dermeval Saviani

    Coordenador Geral do Grupo Nacional de Estudos e Pesquisas “História, Sociedade e Educação no Brasil” (HISTEDBR) e Pesquisador I-A do CNPq.

  • A linguagem dos planos: a dialética de Estado e Cidadania no planejamento pedagógico
    n. Número 29

    Resumo:

    Diferentemente de outras áreas, o cotidiano da vida escolar
    é feito muito mais de rotinas do que de rupturas, o que confere até um certo irrealismo da experiência educativa institucionalizada, pois ali o conhecimento é elaborado dentro de uma verdadeira incubadora, onde tudo é minuciosamente pensado e planejado antes de acontecer. É certo que nem sempre o planejamento é cumprido, pelos mais variados motivos, mas, crê-se, nas instituições de ensino, que o controle sobre a execução do planejamento seja bem mais viável do que em outras áreas. O fetiche do modelo Estatal de Educação pela burocracia e, principalmente, pelo seu maior objeto de desejo, que
    é o documento, seja ele na forma de plano ou relatório, faz com que
    a própria educação se contamine por esse pequeno desvio, essa pequena perversão, sobre o que deveria mesmo ser o desejo da educação, qual seja, oportunizar ao educando uma vivência significativa que lhe desse referência para a convivência e transformação social, por meio da cidadania.

    Bibliografia do Autor:

    Paulo de Tarso Gomes

    Doutor em Educação pela UNICAMP Professor de Leitura Orientada no Programa de Mestrado em Educação no Centro UNISAL

  • Pós-modernidade e marxismo: elementos para uma análise do papel do cientista na sociedade contemporânea
    n. Número 28

    Resumo:

    As idéias da classe dominante são, em cada época, as idéias dominantes; isto é, a classe que é a força material dominante da sociedade é, ao mesmo tempo, sua força espiritual dominante. A classe que tem à sua disposição os meios de produção material dispõe, ao mesmo tempo, dos meios de produção espiritual, o que faz com que a ela sejam submetidas ao mesmo tempo e em média, as idéias daqueles aos quais faltam os meios de produção.

    Bibliografia do Autor:

    Maria de Lourdes Pinto de Almeida

    Pedagoga, Mestre e Doutora em História da Educação pela Faculdade de Educação da UNICAMP Professora do Curso de graduação de Filosofia e do Mestrado

    em Educação do Centro UNISAL (Lorena e Americana) Coordenadora Geral do Núcleo de Estudos e Pesquisas

  • Pioneiros: convergências e divergências na interpretação dos ideais de Educação e Sociedade
    n. Número 27

    Resumo:

    Os fatos que emergem no cotidiano da História são causados por processos complexos. Não basta à História apenas catalogá-los num certo período de tempo ou num determinado espaço geográfico, mas, sobretudo, interpretar os processos que os fazem irromper. O fato, enquanto fato, é episódio momentâneo e fugaz. Mas as forças profundas que o geram só são perceptíveis pelo processo de reflexão, de análise e de conjunção de fatores. A concentração de fatos semelhantes permite ao pesquisador supor que nascem de um mesmo substrato, seja político, social ou econômico

    Bibliografia do Autor:

    Dílson Passos Júnior

    Professor do Centro UNISAL - Lorena Mestrando em Educação da Universidade de São Francisco Bragança Paulista-SP

    A Escola constitui instrumento de controle social que plasma o caráter nacional. Anísio Teixeira A reforma integral na Educação pressupõe mudanças na estrutura social.

    Paschoal Lemme

  • A emergência da profissão do Educador Social: uma aproximação a partir dos processos de profissionalização
    n. Número 23

    Resumo

    A formação inicial dos Educadores Sociais, em Portugal, tende a inscrever-se numa lógica difusa, tanto ao nível do perfil formativo-profis- sional, como ao nível do seu referente competencial. O propósito desta comunicação visa apresentar uma aproximação a um modelo formativo, tendo como matriz disciplinar específica a Pedagogia Social. Partindo de um referencial de competências (Sáez, 2009), sugerimos uma ou- tra abordagem em relação à consolidação do exercício profissional dos Educadores Sociais. A crescente oferta formativa nesta área, ao nível do ensino superior, exige que se produzam referentes partilhados no do- mínio conceptual, metodológico e deontológico. Caso contrário, a lógi- ca de “desprofissionalização” tenderá a impor-se nos diversos sectores de intervenção onde trabalha o(a) Educador(a) Social. A formação dos profissionais de Educação Social deve centrar-se numa lógica profissio- nal. É a partir deste enfoque que temos vindo a investigar.

    Biografia do Autor

    Fernando Augusto Coelho Canastra
    Doutor em Ciências da Educação, área disciplinar de Pedagogia So- cial. Professor Adjunto da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria (Portugal). E-mail: canastra@ipleiria.pt

1-25 de 28